Google+ Followers

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Práticas Integrativas - Você sabe o que é ser holístico?

Você sabe o que é ser holístico?
Ser holístico é olhar tudo integralmente. Fazer a trama que torna tudo o que existe parte do mesmo tecido.
Como isso funciona em termos de terapia?
Fácil: o Ser Humano é visto por tudo aquilo que “o” forma. Sendo assim:
Se alguém te pergunta quem é você? Você pensou seu nome, certo?
Pergunta de novo: mas quem é você? Pensou na profissão.
E de novo: quem é você? Você já está pensando mais. Está pensando sua idade, sua família, descrevendo seu corpo, todas as suas atividades.


Quem é você? E aí você já está dizendo o que você gosta como você se sente a respeito das coisas. No que você acredita. Seus desejos, seus medos. Junte tudo ao olhar atento do observador terapeuta (observador sim, julgador jamais). Alinhave tudo à experiência, que irá ler nas entrelinhas o que você ainda não disse. Eis aí o início da sua imagem holística. Início porque a visão holística é dinâmica, muda porque a vida não é estática. E essa visão sempre acompanha a vida.
Terapia Holística e Terapia Natural é a mesma coisa?
Depende. Terapia Natural ou Terapia Não Invasiva é toda terapia que trata o ser utilizando-se do caminho oferecido pela natureza. Como: através das plantas, sejam fitoterápicos, florais, fitoflorais, óleos essenciais, homeopatia.
Seja através de argila, imãs, cores, acupuntura. Seja através do toque de uma massagem, de drenagem linfática, da manipulação de coluna.
Seja através de exercícios respiratórios, de exercícios posturais.
Seja ainda por métodos de autoajuda como relaxamento, visualização criativa, afirmações, PNL.
Seja até mesmo por uma dieta equilibrada, pela utilização de produtos integrais, de germinados (brotos), e até o aumento do consumo de água.
Terapia Natural é isso. Utilizar-se de tudo o que a natureza nos pôs à mão para beneficiar a saúde e melhorar a qualidade de vida.
A Terapia Natural é holística quando, para determinar e aplicar o tratamento se utiliza de um olhar completo sobre o indivíduo, respeitando sua integridade, não o fracionando nem pondo de lado seus aspectos que embora pareçam remotos, podem ser a causa inicial de todo o problema.
O que é Medicina Alternativa?
Antes de cairmos em uma discussão sobre o termo "medicina" vamos consultar nosso fiel Aurélio para descobrir o que ele nos diz sobre isso.
Medicina. [Do lat. Medicina.] S. f. 1. Arte ou ciência de evitar, curar ou atenuar as doenças. 2. Sistema medicinal: a medicina dos indígenas; medicina alopática; medicina homeopática. 3. Aquilo que remedeia um mal; socorro, auxílio: a medicina cristã. (Retirado do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa 2ª. Edição, pág. 1109 - Aurélio Buarque de Holanda Ferreira - Editora Nova Fronteira - 1986)
Agora voltemos à questão: medicina alternativa é a arte ou ciência de evitar, curar ou atenuar doenças, ou ainda é aquilo que remedeia um mal, é um socorro, um auxílio e ainda um sistema medicinal que se utiliza de tratamentos diferentes da medicina alopática.
A Medicina Alternativa substitui a alopatia?
Não!
O sistema medicinal chamado alternativo é justamente o que se utiliza das terapias naturais, que por sua característica é altamente eficaz, mas nem sempre imediata, porque a natureza nem sempre é tão pronta assim.
Uma planta não germina, cresce e floresce no mesmo dia. Pelo menos não de forma natural. O tratamento também obedece a um processo natural e cronológico, que cura todas ás pessoas, mas “existem pessoas incuráveis”.
Quando se utilizar então da Medicina Natural?
A medicina natural é muito bem utilizada na forma preventiva e também de forma auxiliar a tratamentos alopáticos, em tratamentos de recuperação como forma de reforçar o sistema imunológico, equilibrar o paciente tanto energética quanto emocionalmente, melhorando seu ânimo, predispondo assim, seu organismo a um restabelecimento mais rápido.
Em casos não graves em que o tratamento possa ser levado de forma menos traumática é até recomendada.
Em países outros países desenvolvidos têm crescido muito sua utilização nas formas acima até mesmo porque se torna muito mais barato para o sistema de saúde tanto público quanto privado. Na forma preventiva porque consegue evitar que pequenos problemas se tornem grandes doenças; em casos mais simples porque materialmente é uma forma mais barata de cura; e na recuperação porque ajuda a liberar o paciente mais rapidamente, economia incontestável para hospitais que tem alta rotatividade em seus leitos.

A Terapia Natural substitui a Psicoterapia?
Muito embora também colabore com a melhora do estado emocional do indivíduo a medicina alternativa serve melhor como complemento a tratamentos psicoterapêuticos, tanto que alguns psicólogos já incorporam a seus tratamentos muitas das terapias naturais. Outros trabalham em parceria com terapeutas. Ambos têm conseguido resultados excelentes com essa associação.

Quais são as Terapias Naturais?
É muito difícil enumerar todas as formas de terapia, principalmente porque a cada instante surgem novas formas ou são redescobertos tratamentos utilizados por povos antigos cuja tradição quase se perdeu no tempo. Mas vamos comentar o maior número possível delas.
Porque Adoecemos?
“Saúde é um estado de completo bem estar físico, social e mental e não somente a ausência de doenças” (Organização Mundial de saúde).
Imagine uma máquina que realiza milhões de processos ininterruptamente. E todos esses processos têm que ocorrer em sincronia, já que todos estão interligados e são dependentes uns dos outros. E imagine que essa máquina não possa parar nunca e que deva funcionar perfeitamente por décadas, sem quebrar.
E continue imaginando que existem inimigos que a todo o momento tentam invadir essa máquina, desestabilizar ou se aproveitar de todos esses processos. Pois esta máquina é o nosso organismo e esses inimigos são os germes que nos rodeiam.
Quando nascemos nosso sangue carrega parte das defesas de nossas mães, já que o nosso sistema de defesa (sistema imune) ainda não está totalmente desenvolvido. Com o passar dos anos vamos adquirindo a habilidade de nos defender sozinhos de uma série de invasores e passamos a vida inteira gerando novos anticorpos e novas células de defesa para cada novo germe.
Temos também as células de defesa de memória, que são aquelas encarregadas de se lembrar de um antigo invasor e ativar o processo de destruição com maior rapidez. Os combates entre nós e os germes ocorrem dentro de nosso organismo e o mais interessante é que grande parte dessas batalhas começam e terminam sem que nós percebamos. Quando nos sentimos doentes é que alguma dessas batalhas está sendo difícil de ser vencida.
Entre os fatores que nos levam a adoecer, sem dúvida os germes ocupam um lugar de destaque.
Vírus, bactérias e fungos são os germes mais conhecidos. Mas não se deixem enganar pela simplicidade desses nomes; esses seres estão neste planeta há muito mais tempo que nós e conseguem se adaptar a situações tão variadas quanto o gelo dos polos e as profundezas dos oceanos.       Portanto são inimigos que devem ser muito respeitados. Eles tentam se aproveitar qualquer oportunidade disponível; podem entrar pela pele, pelo pulmão ou mesmo vindo de dentro de nós, já que carregamos, por exemplo, várias bactérias em nosso intestino.
Mas os germes não os únicos a nos fazerem adoecer. Em certas ocasiões, por um desequilíbrio do nosso sistema de defesa (sistema imune), tentamos destruir a nós mesmos, atacando partes do nosso organismo. Isto é conhecido como doença autoimune.
Como exemplos podem citar a tireoidite em que são produzidos anticorpos contra a glândula tiroide. Por trás desse desequilíbrio do nosso sistema imune estão os genes; e eles constituem mais um mecanismo do adoecer.
A doença genética é aquela onde um ou um grupo de genes é o causador da doença. A anemia falciforme é uma doença onde o gene que codifica a formação da hemoglobina está alterado. Os genes também podem gerar uma doença indiretamente, produzindo anticorpos em menor quantidade, como nas deficiências imunológicas, onde o paciente fica sujeito a infecções por germes que normalmente seriam facilmente eliminados pelo organismo.
Algumas doenças são mais difíceis de explicar, pois vários mecanismos diferentes podem estar atuando ao mesmo tempo: o câncer de pulmão é um bom exemplo já que o fumo causa uma alteração genética nas células pulmonares, que passam a se multiplicar sem controle e o nosso sistema de defesa não é capaz de combatê-las.
Ainda hoje em dia existem doenças que não conhecemos bem os mecanismos que estão por trás do seu desenvolvimento. Um bom exemplo são as doenças mentais e entre elas a doença de Alzheimer que causa um quadro de demência progressiva nos seus portadores.

Conforme envelhecemos, ficamos sujeitos aos processos degenerativos, que nada mais são que o próprio desgaste do organismo ao longo dos anos. A artrose é um bom representante desse grupo, já que representa o envelhecimento de nossas articulações.
Complicando um pouco mais, não devemos nos esquecer que envolvendo tudo isso existe as influências do ambiente físico (calor, frio, radiação, produtos tóxicos, etc.), do ambiente social (ambiente familiar, lazer, trabalho, etc.), ambiente emocional (autoestima, estresse, depressão, etc.), fumo, álcool, drogas, atividade física e alimentação, todos eles interagindo para tornar uma doença fácil de ser combatida para uns e fatal para outros.
Referências Bibliográficas

Wolf, Heidegger Atlas de Anatomia Humana, Guanabara-Koogan, 1968.
Bonsanello, Aurélio; Afídio, in "Biologia", Volume II, Biblioteca do Panorama Cientifico, Editora Educacional LTDA
Guyton. Tratado de Fisiologia Médica. [S.l.]: Guanabara Koogan, 2002. 791-793 pg.
http://www.alienado.net/orgaos-do-corpo-humano
Junqueira, L.C. Carneiro, José. Histologia Básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Mercier, Patrícia, A Bíblia dos Chakras, Edição: 1ª edição – 2011- SP, Ed. Pensamento.




Nenhum comentário:

Postar um comentário