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terça-feira, 6 de novembro de 2012

OS CRISTAIS E A ENERGIA VRIL Por José Laércio do Egito


A quantidade disponível de energia vril contida em um miligramo de cristal é incomensurável, por isto não se pode conceber a razão pela qual a ciência atual tenha que tentar o estabelecimento dessa fonte energética.
Na realidade a humanidade não necessita de tamanho volume de energia quanto a que um ín-fimo fragmento de cristal pode conter e liberar. 

Por maior que for um trabalho em nível da terra a energia vril liberada diretamente é excessiva. Somente em se tratando de mobilizar sistemas estrelares, modificar o posicionamento de sistemas planetários e coisas desse porte é que seria preciso tamanho manancial de energia, mas isto ainda não cabe ao homem fazê-lo. 

Sendo assim o vril deve ser mantido longe do uso da humanidade egocentrismo e irresponsável. De certa forma poderíamos dizer que isto faz parte das ciências dos “deuses”... 

Por maior que seja o dispêndio de energia, por maior que seja o consumo de energia no planeta, agora e no próximo milênio, de forma alguma é preciso fazer uso da liberação do vril represado em determinados cristais.
Por maior que seja a necessidade de energia que a terra venha precisar no próximo milênio evidentemente os cristais serão a base, porém não por desagregação em nível de vril e sim por captação.
Num tema passado falamos da energia cambiada a partir de níveis que chamamos de hiperfísicos. Há outros planos além deste plano físico existente dentro de lacunas da faixa de vibração. Se for observado a faixa de vibração vemos que este mundo que chamamos físico ocupa apenas algumas oitavas do “Teclado Cósmico das Vibrações” e que nos aparentes vazios existem outras realidades que não tomamos contacto direto, mas que neles podem existir outros mundos. 

São de tais mundos que é possível transferir energia e também de mundos de outras dimensões. Até falamos que no fenômeno parapsicológico denominado de “poltergeister” a energia é trazida por sintonia mental de um outro plano para o ambiente físico.
Na realidade existe um incomensurável manancial de energia no universo. Os antigos chamam de energia cósmica, mas na essência trata-se da energia vrill que a tudo permeia. É possível capturá-la e canalizá-la de forma perene e suave e isto pode ser feito a partir de dispositivo à base de cristais.


A energia vrill inunda tudo quanto há e os cristais dão a possibilidade de canalização, de mobi-lização desta energia para um ponto a outro tal como, por analogia podemos dizer ser semelhante ao que acontece com relação à energia Ch´i que, por alguns processos especiais como a acupuntura, pode ser intensificada, diminuída, desviada ou mesmo acumulada.
Não se tente liberar o vril contido na matéria, especialmente nos cristais, pois a desproporção é tremenda; uma mínima quantidade de matéria encerra uma carga de vril de tão ampla magnitude que nenhuma força, nenhuma tecnologia existente é capaz de controlá-la. 

Querer liberar o vril existente numa fração de matéria é como se querer tirar a carga de um i-menso e inconcebível acumulador de energia de uma só vez, quando na realidade pode-se retirá-la pro-gre-ssi-va-men-te de conformidade com as necessidades usuais na terra. Mas, em se tratando do vril não é absolutamente preciso, o homem graças aos cristais pode canalizar o quanto necessário de energia de forma suave a partir não somente a partir do vril livre mas também de outras naturezas existente no meio ambiente e do mundo hiperfísico que nos permeia.
O vril é um nível de energia, por assim dizer, reservado às grandes transformações siderais, cósmica, e não a um simples planeta. Querer usar o vril na terra é como querer, por exemplo, aquecer uma xícara de água através da explosão de uma bomba de hidrogênio. Ele destina-se, pois, aos imensos processos construtivos e transformadores dos incomensuráveis sistemas siderais que requerem um volume inconcebível de energia.
Os atlantas sabiam como usar os cristais afim de canalizarem o quanto de energia precisavam para suas atividades habituais. Tinham uma fonte perene e inesgotável de energia, de forma alguma eles careciam de mais energia para o consumo comum. Por isto é que alguns estudiosos dizem que ao tentarem a liberação do vril contido na matéria eles sentiam-se ameaçado que tal ameaça não se tratava ape-nas exércitos ou de simples naves. 

A ameaça que eles sentiam dizia respeito a possibilidade de um inimigo capaz de destruir um planeta inteiro, por isto é que para defenderem-se os atlantas precisavam da arma vril. Para defenderem-se de armas de inconcebível pode destruidor, apenas a energia captada por sintonia não era suficiente, por isto careciam de uma explosão vril.

Os defensores dessa hipótese chegam a dizer que antes já um planeta havia sido destruído, tratando-se de um planeta que havia existido entre Marte e Júpiter, e cujos fragmentos formaram um anel de asteróides, que ainda hoje gravitam em orbita entre Júpiter e Marte, sem contar um volume ainda maior de destroços que se abateram sobre dos demais corpos constitutivos do Sistema Solar formando milhões de crateras.

A destruição do mencionado planeta teria sido uma ocorrência bem anterior à destruição da Atlântida ignorando-se se foi fruto de uma guerra ou do impacto de uma imenso meteoro. Os Atlantas sabendo disto, e que somente com a energia vril eles poderiam defender a terra em quaisquer das mencionadas situações, tentaram obter aquela incomensurável arma.

O que estamos dizendo no momento são apenas hipóteses, que não deixam de ter algum sentido mas que também não possam ser descartadas como simples especulações. Trata-se de uma lenda, mas por detrás de uma lenda ou de um mito sempre reside um tanto de verdade. Possivelmente os arquivos secretos da Tradição deve ter registro disto, mas trata-se de um nível “top secret”, algo que normalmente nenhuma sociedade, mesmo as mais elevadas, possam ter livre acesso.

Na verdade nem tudo o que diz respeito à história da humanidade por milhões de anos não tem sido revelada. Podemos dizer que há registro de tudo o que até hoje aconteceu mas que somente uma mínima parte tem sido dado ao homem saber, uma outra parte um tanto maior tem sido leva ao conhecimentos dos iniciados e adeptos. Mas, mesmo os referidos conhecimentos são como um iceberg em que somente uma parte mínima torna-se visível.

Na realidade sabemos que os cristais têm imensa importância nas transferências de energia, o raio laser é um exemplo disso. No passado existiu uma tecnologia que permitia ao homem captar energia do hiperfísico através dos cristais, ou melhor de dispositivos à base de cristais. A energia usada na construção doas pirâmides e de todos as obras megalíticas foram usado energia de cristais. Era liberação por sintonia, por captação controlada e não por meio de uma explosão com liberação do acumulo de vril. 


A energia veiculada não representava desagregação da matéria para liberação de vril e sim como sintonizadores, como antenas captadores. Os obeliscos, e as pirâmides tinham essa finalidade, mas não é só são somente eles, existiam outros dispositivos com a mesma finalidade. Mas como já dissemos antes, somente os iniciados nas Escolas Iniciáticas tinham acesso, em conseqüência do que já havia ocorrido tantas vezes. O poder dado e colocado em mãos impróprias pode se tornar em algo devastador.

Como sintonizador de energia cósmica os cristais atuavam de uma forma similar à esta como eles sal usados atualmente nos sistemas de comunicação. Os cristais atuam nos receptores como instrumentos de sintonia de ondas, nisto se baseia o rádio, a televisão, o radar, etc. Mas a ciência atual ainda não redescobriu meios de utilizar além do simples nível de sintonia de energia no nível do mundo físico. 


Na verdade eles podem estabelecer a sintonia entre físico e o mundo hiperfísico. Isto era uma das funções das pirâmides, trazer energia de uma outra “dimensão” para esta. Na verdade somente há algumas décadas foi que o homem redescobriu o poder inerente às formas geométricas, especialmente à piramidal, mesmo que isto foi usados pelos descendentes dos atlantas, mediante o uso de obeliscos e pirâmides.
A captação de energia por sintonia através de cristais com formas geométricas não envolve grandes perigos. Mesmo que o uso inadequado de pirâmides e de obeliscos possa levar à algum tipo de perigo, mesmo assim jamais ele é de forma tão catastrófica quanto a liberação da energia vril contida num cristal.

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